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quinta-feira, 11 de junho de 2009

O mais pegador da TV americana


Pois é, apesar da série Two and a Half Man ter cada vez mais fãs, Charlie Harper não conseguiu vencer Joey Tribbiani na enquete do Baú do Nerd. Com 66% dos votos, Joey, do seriado Friends, foi escolhido como o personagem mais pegador da tv americana.

Joey é de uma família italiana e tem nada menos do que sete irmãs, talvez por isso ele seja tão bom com as mulheres. Ele é ator, mas passa mais tempo fazendo testes para alguns papéis do que atuando neles. O personagem mais famoso de Joey foi o doutor Drake Ramoray, da novela Days of our Lives. Infelizmente, quando as coisas pareciam que iam bem, Joey deu algumas declarações na televisão dizendo que criava a maioria das suas falas na novela, o que fez com que os escritores ficassem com raiva e matassem o personagem.

E é claro que não podemos esquecer da cantada infalível que Joey Usava com as mulheres: "How You Doin?". O fã de Friends que nunca tentou utilizar essa cantada que atire a primeira pedra.

Ao final de Friends, foi lançada a série Joey, onde Joey Tribbiani se muda para Los Angeles, para investir na sua carreira de ator. Esse seriado durou apenas duas temporadas.



quarta-feira, 27 de maio de 2009

Joey Tribbiani x Charlie Harper


Esses dias na faculdade, eu e um amigo levantamos a seguinte questão: quem é mais pegador, Joey Tribbiani, do seriado Friends, ou Charlie Harper, do seriado Two and a Half Man? Cada um tomou um partido, eu fiquei do lado do Joey porque no começo da série ele vivia sem dinheiro, mas mesmo assim pegava todas as mulheres, já pro Charlie é moleza, o cara mora em Miami de frente pra praia e ainda é rico. Fora que o Joey pegou as três Friends (Monica, Phoebe e Rachel).

Já meu amigo disse que apesar da riqueza do Charlie, ele tem diversos fatores que dificultam suas conquistas, como o irmão e o sobrinho que moram com ele e estão sempre empatando as coisas. Isso sem contar com a empregada que está sempre contando os seus podres, ou ainda a mãe do Charlie que sempre dá um jeito de ficar amiga das suas namoradas (coisa que ele detesta).

E pra você, quem foi mais pegador? Joey Tribbiani ou Charlie Harper? Vote na enquete ali do lado e nos ajude a descobrir.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Fox extermina The Sarah Connor Chronicles


Pois é pessoal, os fãs bem que tentaram, mas não teve jeito. Infelizmente, o seriado "Terminator: The Sarah Connor Chronicles" foi cancelado pela emissora Fox dos EUA. É realmente uma pena isso, um seriado com roteiros e efeitos especiais tão bons merecia uma terceira temporada, ainda mais depois do final bombástico do segundo ano da série. Mas, fazer o que né, os executivos da Fox acharam que os indíces de audiência não justificavam os gastos com efeitos especiais.

Para quem nunca viu a série, TSCC se passa entre os filmes 2 e 3 de O Exterminador do Futuro e mostra o treinamento de John Connor na adolescência. Como não poderia deixar de ser, o episódio piloto mostra um Exterminador indo matar o futuro líder da resitência humana, que leva uma vida normal com a mãe e o padrasto. Mas não demora muito para que Sarah Connor e John tenham que começar a fugir novamente, dessa vez ajudados por uma Exterminadora chamda Cameron, que foi enviada pelo John Connor do futuro.

O seriado toma algumas liberdades e não segue fielmente a história dos filmes como, por exemplo, Sarah Connor não ter morrido de câncer. Mas basta desconsiderar o terceiro filme da série que tudo fica perfeito (até porque o terceiro filme é o mais criticado pelos fãs). A curta primeira temporada - apenas 9 episódios por causa da greve de roteiristas - já começa bombando, com efeitos especiais que não devem nada ao cinema. Mas a coisa esquenta mesmo é na segunda temporada, com a entrada de novos personagens, como Derek Reese, um soldado vindo do futuro e que é tio de John; temos ainda Jesse, outra combatente do futuro, mas que nunca fica claro se ela está ou não do lado dos humanos.

O parágrafo seguinte contém spoilers:

O final da segunda temporada foi um dos melhores entre os seriados que eu acompanho e deixou um gancho incrível pra uma terceira temporada: John Connor acaba se transportando para o futuro. Ou seja, ele nunca passou pelo juízo final e não teria como se tornar o líder da resistência humana. Com certeza os roteiristas deixaram este gancho numa tentativa de salvar a série do cancelamento, assim como David Lynch fez com Twin Peaks anos atrás. Mas não teve jeito, Terminator: The Sarah Connor Chronicles foi cancelada, entrando assim para o rol das excelentes séries que ficam sem um final. Enquanto isso, a Fox renova séries com roteiros muito fracos apenas por causa do nome dos seus criadores (sim, eu estou falando de Fringe).

Para nós, fãs do seriado, resta esperar o promissor filme Exterminador do Futuro: A Salvação!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Twin Peaks: mistérios, humor negro e uma maravilhosa xícara de café


A partir do dia 19 de abril, o canal Rede Brasil começa a exibir o seriado Twin Peaks, que foi exibido pela Rede Globo no início dos anos 1990. Então resolvi fazer um post falando um pouco sobre a série e recomendando para quem ainda não assistiu.

O seriado começa com a chegada do agente especial Dale Cooper à cidade de Twin Peaks, para investigar o misterioso assassinato de Laura Palmer, uma adolescente que foi encontrada morta, dentro de um lago e enrolada em um saco plástico. A partir dessa premissa simples, os criadores da série, David Lynch e Mark Frost nos levam a um fascinante mundo de coisas bizarras, praticamente todos os personagens de Twin Peaks são estranhos: Cooper parece ter poderes paranormais (solucionando casos através dos sonhos), um outro agente do FBI, interpretado por David Duchovny, trabalhava vestido de mulher, ou a própria Laura Palmer que não era a garota perfeita que todos pensavam. Isso sem contar que todos os habitantes da pequena cidade escondiam algum tipo de segredo, até aqueles que você imagina que não tinha nada a esconder.

Infelizmente, a série teve apenas duas temporadas, sendo que a segunda teve alguns episódios fracos e confusos, devido ao criador David Lynch ter se afastado da produção para dirigir um filme. Ele retornou apenas nos episódios finais para tentar salvar a série do cancelamento, deixando inclusive um final em aberto que, infelizmente, nunca será solucionado já que o seriado foi realmente cancelado ao final da segunda temporada.

O cancelamento aconteceu por causa da baixa audiência da segunda temporada. A emissora ABC ainda tentou aumentar o público fazendo com que os roteiristas revelassem o assassino de Laura Palmer na metade da temporada. Mas só ajudou a diminuir ainda mais a audiência, já que muitas pessoas só assistiam à série para saber quem havia matado a estudante. Na época, os fãs e até alguns atores do seriado culparam David Lynch pela queda da audiência, considerando-se abandonados pelo criador da trama. Realmente os episódios sem a participação dele são bem fracos, mas eu acho que Twin Peaks seria cancelada de qualquer jeito, ela era muito confusa para o público norte-americano, que gosta das coisas bem mastigadas.

O seriado acabou conquistando o status de cult e continua arrebanhando fãs até hoje, eu mesmo só fui conhecer a série há uns dois anos. A ABC ainda produziu um filme de Twin Peaks, dirigido pelo criador David Lynch. Porém, o diretor não usou o filme para dar um final à série, em vez disso ele preferiu fazer um prelúdio, mostrando a última semana de vida de Laura Palmer. O filme, chamado "Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer", esclarece algumas coisas sobre a série, mas também deixa muitas outras perguntas no ar. Os fãs gostam de dizer que essas perguntas sem respostas é que são o charme da série. Mas atenção, apesar de se passar antes do seriado, o filme deve ser assistido depois porque muitos segredos da série são mostrados no longa metragem, incluindo aí o assassino de Laura Palmer.

E isso é Twin Peaks, uma série com muitos mistérios e um humor negro muito bem trabalhado (pelo menos nos episódios dirigidos pelo Lynch). Então aproveitem a reprise da Rede Brasil, ou comprem os dvds, e divirtam-se com a série. Sempre acompanhados de uma boa xícara de café e vários donuts.

segunda-feira, 23 de março de 2009

A última viagem da Battlestar Galactica


É com um misto de tristeza e alegria que eu escrevo esse post. A tristeza é pelo fato de que na última sexta-feira chegou ao final uma das melhores séries de ficção científica dos últimos anos: Battlestar Galactica. Já a alegria, é pelo fato de que pelo menos a série teve um final digno. Bom, como já deu pra perceber, nesse post eu vou comentar sobre o final da série, então se não quiser saber de nada é melhor parar de ler por aqui. Você foi avisado.

Para o espectador mais desavisado, ou o fã mais distraído, a série teve um final estranho para uma produção sci-fi, mostrando a influência de seres divinos em toda a trama. Mas para o verdadeiro fã de Galactica, tudo fez sentido, afinal, na série original de 1978, existiam os seres de luz, que desde sua primeira aparição já demonstravam ter poderes cósmicos. Já na Galactica atual, eles aparecem desde o primeiro episódio, mas nunca mostrados claramento como seres divinos. Na verdade, durante quase toda a série eles foram mostrados como uma alucinação de Gaius Baltar, na forma da Head Six. Quem diz que as explicações divinas no final da série foram apenas falta de criatividade dos roteiristas, com certeza não acompanhou a história desde a primeira temporada. Ou não prestou a devida atenção aos detalhes.

Mas voltando ao comentário sobre o episódio final. Ele começa com a última batalha da Galactica contra os Cylons, na esperança de conseguir resgatar a menina Hera, última esperança dos humanos e dos Cylons rebeldes. Apesar de ficar empolgado com a ação frenética das batalhas (tanto espaciais quanto em solo), confesso que fiquei com medo do episódio inteiro ser assim, afinal, Galactica nunca foi sobre combates e ação desenfreada. Felizmente, meu medo não se concretizou e ação durou apenas o necessário. E então, veio o começo do fim. Um fim que muitos fãs acreditavam que seria sombrio, com a frota voando sem rumo pelo espaço, ou sendo destruída de alguma forma. Tudo por causa do episódio em que eles encontram a Terra devastada por uma guerra nuclear, afinal, o plot da série sempre foi a busca pela Terra e se ela estava destruída não existia mais esperança. Aliás, desde a segunda temporada eu sempre achei que o final seria eles chegando na nossa Terra, na pré-história, e iriam iniciar várias culturas como a grega, por exemplo. E qual não foi a minha surpresa, ao ver a Galactica saltando próximo de um planeta azul, com um continente na forma da África.

Pois é, eu estava certo, Battlestar Galactica teve um final feliz e eles influenciaram toda a nossa cultura. As cenas finais da série se passam em Washington no ano de 2009. Foi um final apoteótico e sempre com toda aquela carga filosófica que foi marca da série. O mais interessante é que um dos mantras repetidos durante todo o seriado era "Tudo isso já aconteceu antes e tudo irá acontecer novamente". E o final dá exatamente essa impressão. Apesar da frota ter se livrado de toda a tecnologia, por achar que isso é que era a causa das guerras, as últimas cenas mostram a evolução tecnológica de hoje em dia, com vários robôs e inteligências artificiais sendo criados. Ou seja, os coloniais se tornaram a tribo perdida que eles tanto buscavam e cedo ou tarde a inteligência artificial vai começar uma guerra na Terra e todo o ciclo vai recomeçar.

Mas uma das coisas mais polêmicas nesse último episódio foi a importância da Hera. Desde o nascimento dela, sempre foi dito que ela era extremamente importante tanto para os cylons quanto para os humanos. E muitos fãs criticaram o final dizendo que ela não fez nada no último episódio, que apesar dela saber as coordenadas para a Terra, a Starbuck também sabia, tanto que é ela quem ativa o salto que leva a Galactica para o planeta. Então, por que diabos arriscar a vida de várias pessoas pra salvar a Hera? A resposta é simples: se não fosse pela missão de resgate, a Galactica não ficaria extremamente avariada como ficou e o Almirante Adama não teria mandado a Starbuck saltar com a nave para qualquer lugar. Foi apenas nesse momento de tensão que a Starbuck se deu conta de que ela sabia as coordenadas, até o momento ela ainda não tinha entendido o significado da música. Ou seja, a Hera precisou ser sequestrada para que houvesse a missão de resgate onde, finalmente, Starbuck despertaria. Tudo de acordo com os planos dos deuses.

Abaixo vou comentar um pouco sobre o que acontece com alguns personagens ao final da série:

Boomer - Apesar de se arrepender e devolver a Hera para a frota, teve o que mereceu: foi metralhada por outra modelo número 8, a Athena.

Cavil - Covarde como sempre, não teve coragem de enfrentar o Adamão e deu um tiro na boca.

Tori - Eu já tinha até perdido as esperanças dessa desgraçada pagar pela morte da Cally, mas finalmente aconteceu. Quando os Final Five unem as mentes para acessar o conhecimento sobre a ressurreição Cylon, o chefe Tyrol vê o que Tori fez e acaba quebrando o pescoço da desgraçada.

Chefe Tyrol - Após chegar na Terra, ele diz que está cansado de toda a humanidade e de todos os cylons e resolve ir viver isolado nas montanhas. A única coisa que não gostei foi o fato dele ter abandonado o filho após descobrir que não era o pai. Pô, ele cuidou do garoto durante anos e só porque descobriu isso acabou o amor pelo filho?

Apolo - Acaba ficando sozinho depois que o Adamão vai embora e a Starbuck some. E é dele a idéia de se livrarem de toda a tecnologia. Gostei de ver ele voltando a lutar no último episódio, nunca gostei do Apolo político, prefiro ele piloto.

Adamão e Roslin - Percebendo que Roslin não tem muito tempo de vida por causa do câncer, o Almirante Adama vai embora com ela a bordo de um Raptor. Do jeito que ele se despede do Apolo, achei até ele iria se matar, mas ele faz apenas um passeio com a Roslin. Depois que ela morre, o Adama resolve construir uma cabana em um local isolado e passar o resto da vida lá.

Helo e Athena - Ao que tudo indica viveram felizes para sempre junto com a Hera, que 150 mil anos depois foi considerada a mãe da humanidade, a Eva Mitocondrial.

Coronel Tigh e Ellen - Parece que finalmente os dois vão conseguir ser felizes morando na Terra, pelo menos até o primeiro porre que um dos dois tomar. Afinal, em Galactica já faltou água, comida e combustível, mas uísque sempre teve de sobra...hehe!

Gaius Baltar - Finalmente se redime de todos os seus pecados passados e entende que tudo o que fez era parte de um plano maior. Ao que tudo indica, também se arrepende de ter renegado seu passado e do modo como tratou o próprio pai. Resolve que vai ser um agricultor, junto com o amor da vida dele, a Caprica Six.

Starbuck - Outro ponto polêmico do episódio: o sumiço de Starbuck. Sinceramente, eu também fiquei um pouco decepcionado com o destino da minha personagem preferida. Eu esperava que fosse ter alguma explicação para o fato dela ter morrido e voltado, mas ela simplesmente some quando o Apolo está conversando com ela. Ao que tudo indica ela era um anjo que guiou a humanidade para a salvação.

Head Gaius e Head Six - As duas entidades que manipulavam várias partes da história desde o começo, mas só no último episódio fica claro que eles tinham um plano maior o tempo todo. E também não fica claro se eles são anjos ou formas de vida extremamente evoluídas. No diálogo final entre os dois, a Six diz "talvez seja o plano de deus" e Gaius responde "você sabe que ele não gosta de ser chamado assim". Fica a cargo de cada um achar o que quiser.

Bom, finalmente, este post gigante chegou ao fim, assim como Battlestar Galactica, a melhor série de ficção científica dos últimos anos. É, eu sei que já escrevi isso lá em cima, mas é sempre bom lembrar. E agora resta a nós, fãs do seriado, esperar pelo filme The Plan, que vai se passar entre as temporadas três e quatro. Quem sabe não tenhamos mais algumas repostas nesse filme?. Além disso, em breve deve estrear o novo seriado Caprica, que, se não me engano, vai se passar 50 anos antes dos eventos mostrados em Galactica. Vamos torcer para que essa série seja tão boa quanto Battlestar Galactica.

So Say We All.

segunda-feira, 16 de março de 2009

O poder de um nome


Estréia amanhã, no Warner Channel brasileiro, o seriado Fringe, criado pelo pai de Lost, J J Abrams. Quando foi anunciada a exibição de Fringe na tv americana, em setembro passado, criou-se muita expectativa, afinal, além do sucesso de Lost, Abrams já tinha emplacado os seriados Alias e Felicity. Confesso que o currículo dele ñ me empolgou muito porque apesar de gostar muito de Alias, acho Lost apenas legal, que voltou a ficar muito bom agora na quinta temporada. Porém, em todas as notícias que saíam sobre Fringe, ele era comparado com Arquivo X, meu seriado preferido até hoje. Então, quando finalmente setembro chegou, lá fui eu começar a assistir Fringe. E desde então venho acompanhando esse suplício.

O fato é que a série sobrevive apenas por causa do nome que J J Abrams já tem construído na tv americana, o que faz com que os mais fanáticos achem o seriado o máximo, quando na verdade nem mediano ele é. Falando sinceramente, Fringe é bem ruim, eu só continuo acompanhando pra ver como vai terminar a primeira temporada. Se você, assim como eu, for fã de Arquivo X e quiser assistir Fringe pela semelhança, esqueça, o seriado nada tem a ver com a brilhante criação de Chris Carter.

Fringe já começa mal na escalação da protagonista. A atriz faz a mesma cara de nada em todas as situações, seja um momento feliz, um momento de medo, um momento de tristeza, lá está ela com a mesma cara de nada. Fora que todo episódio é a mesma coisa: acontece uma coisa bizarra que sempre tem a ver com algum experimento que o doutor Bishop fez no passado. Aí eu entro na comunidade de Fringe no orkut e só vejo gente falando maravilhas da série. Droga, eu sei que se você está na comunidade de um seriado é porque você é fã dele, mas só por isso você só pode escrever elogios? Eu acho isso burrice, até porque se uma pessoa não for criticada de vez em quando, ela nunca vai corrigir certos defeitos. Felicity, Alias e Lost foram um sucesso? Legal, mas alguém precisa dizer "ei Abrams, você pisou na bola com Fringe".

Infelizmente, a conclusão que eu chego é que você só precisa fazer uma coisa bem feita na vida e arrebanhar uma legião de fãs, depois disso pode fazer qualquer porcaria porque os fãs vão se encarregar de que ela vire um sucesso. Enquanto isso, bons seriados vão sendo cancelados por não terem pessoas com o mesmo prestígio por trás deles. Rapidamente de cabeça eu posso citar dois que tinham excelentes histórias, mas foram sumariamente cancelados: True Calling e John Doe. Nossa, como eu adorava John Doe, mas acho que a série era inteligente demais para o público norte-americano.

Pois é, eu até tinha mais exemplos pra dar, afinal, não é só no mundo do seriados que isso acontece. Mas como esse post já ficou muito grande, eu vou ficando por aqui mesmo.

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